21 de mai de 2013

Branca





Branca
nata
água
irregular
vapor
se foi, e o choro congelou

Um floco de neve
no meio da cidade.
hei de admirá-la

antes que derreta.
E a essa obsessão dou
leve e farto nome de
sublimação minha
e terno é

ver derretida
frente a mim

Branca
nata
água.........
….............................................
inexata
ouvinte de Wagner
e a tempestade ser
ruidosamente quando me calo da tua necessidade e vejo verde blusa,
como um brasileiro no Natal.
Branca,
já para a cozinha!
Acabou o carnaval
a personagem nem é essa
mas preciso Emburrecer
para ser menos cativo de ti:
Branca
anca
pescoço e carne,
isso não se faz à tarde, como rima de papel;
só de noite faz fazer o tão mal,
quando se vai sozinho no médio
e se enlouquece tranquilo....
Sempre cai um floco
e eu sou aquele boneco,
daquela história,
de tudo branco pelo chão e pensamento
e encontra sua preta bailarina de sonho,
preta-nada, mas preta porque é de sonho, a sua neve
a sua insônia, conto infantil
….............................. antes de tudo.... co'umtraste........................
Branca
migaminha. outono ainda
….......................................................................................................!




Um comentário:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir

Arquivo do blog